Faturamento de convênios: dicas para fazer corretamente

Faturamento de convênios: dicas para fazer corretamente

Leia em 3 min.

Quantas vezes você enviou um faturamento para um convênio e eles recusaram a fatura? Para não cometer erros na hora de fazer o faturamento, leia o post completo!

O objetivo de um médico é ajudar as pessoas, melhorar a qualidade de vida e a saúde das pessoas que o procuram. Ao abrir uma clínica, o médico também vira administrador de um negócio — que precisa ter sua própria saúde.

Os faturamentos são os responsáveis pela saúde financeira de qualquer empresa, mas quando falamos de faturamento de convênios, o processo é um pouco diferente, mais complexo e demorado.

A falta de controle das faturas causa o atraso nos recebimentos, que dependendo da quantidade, pode fazer com que pagamento de funcionários não fique em dia e que os custos de manutenção não sejam pagos – e essa é a infraestrutura necessária para realizar um atendimento de boa qualidade. Isso pode gerar insatisfação por parte dos pacientes, o que significa marketing negativo para a clínica.

Quer descobrir como fazer o faturamento de convênios sem dificuldades? Continue a leitura deste post e descubra dicas valiosas!

Entenda os processos de pagamento dos convênios

O primeiro passo para evitar qualquer erro durante o faturamento de convênios é entender como se faz, quais são todos os processos e o que cada um pode influenciar. A atividade é complexa, por isso é muito importante que todos os responsáveis pela tarefa sejam treinados e tenham um material que possam consultar em caso de dúvida.

Além disso, há alguns termos que podem ser diferentes de outras áreas e que um funcionário novo talvez desconheça. Gaste um tempo maior com treinamentos, pois uma equipe capacitada é fundamental para que o trabalho aconteça da melhor forma possível.

Mantenha o controle diário das informações

Controle e organização são os dois pontos principais para evitar prejuízos relacionados ao não faturamento ou ao faturamento errado dos convênios. Se as informações estão dentro do controle do responsável pelos processos, ele saberá onde procurá-la quando precisar — em vez de perder tempo buscando novamente dados que utiliza diariamente.

Muitas vezes, uma simples planilha, com as informações básicas necessárias preenchidas, pode auxiliar o trabalho de um profissional.

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Evite glosas

A falta de controle geralmente resulta em glosas. Qualquer informação divergente pode causar a recusa da fatura, e depois disso o trabalho precisa ser refeito.

Retrabalho significa prejuízo. Para evitar as glosas, a melhor solução é ter uma pessoa específica para fazer o faturamento de convênios. Assim, a única atividade dela será atender com atenção ao processo de pagamento, evitando o acúmulo de funções.

Contrate um sistema de gestão (ou um especialista)

Ao contratar um software, o trabalho manual é reduzido — e quanto menos trabalho manual, menor será o número de falhas, reduzindo o trabalho para poucos cliques. O sistema ajuda com a organização e o controle do faturamento.

O responsável terá as informações de forma mais rápida e seu trabalho ficará mais preciso, contribuindo para a redução de custos e o aumento no lucro da clínica.

Além disso, se a clínica está com dificuldades, não hesite em contratar um especialista. Buscar uma pessoa com experiência para ajudar na organização da estrutura de pagamentos dos convênios e treinar os funcionários responsáveis pela atividade pode poupar muito tempo (e dinheiro).

O faturamento de convênios pode ser complexo, mas é a opção de grande parte das clínicas. Se você optou por atender por convênio, então entenda como funcionam todos os processos, busque capacitação e o auxílio de um sistema. Assim, você poderá investir cada vez mais em qualidade para seus pacientes e fidelizá-los.

Gostou do conteúdo? Agora que você já sabe um pouco sobre faturamento de convênios, que tal se aprofundar mais sobre a gestão do seu consultório?


Sobre o autor

Flávia Saldanha

Analista de Marketing na iClinic, foco em E-mail Marketing e Comunicação. Formada em Economia na USP, com ênfase em Negócios Internacionais.