Como ter mais eficiência com o uso do receituário eletrônico?

Como ter mais eficiência com o uso do receituário eletrônico?

Leia em 5 min.

Veja como o uso do receituário eletrônico traz praticidade para as consultas e diminui os erros!

O avanço da tecnologia está trazendo mudanças para todas as profissões e na medicina não é diferente. Atualmente, os médicos também precisam se adaptar a novas realidades como o receituário eletrônico.

Muitos profissionais da área da saúde ainda não têm todas as informações necessárias sobre esse recurso, ou ainda apresentam dúvidas sobre como a essa forma de prescrever medicamentos funciona. A realidade é que esse instrumento, quando bem empregado, traz mais eficiência à rotina do profissional.

Preparamos este artigo para que você fique por dentro de todas as questões que envolvem esse processo inovador. Continue a leitura e saiba mais!

O que é o receituário eletrônico?

Assim como o tradicional receituário em papel, essa modalidade de prescrição de medicamentos tem por objetivo principal orientar os pacientes sobre suas medicações e a frequência que devem ser utilizadas para tratar as enfermidades diagnosticadas.

A vantagem do receituário eletrônico é que o médico já pode deixar salvo no sistema do prontuário do paciente, facilitando o acesso à informações como alergias, por exemplo.

Assim, o médico pode prescrever medicamentos de maneira mais assertiva, além de ser de grande ajuda para o farmacêutico que realizará a venda da substância.

O receituário eletrônico é obrigatório no Brasil?

Ainda não é obrigatório no Brasil, porém, tramita na Câmara de Deputados o Projeto de Lei 3344/12, proposto pelo deputado Ademir Camilo (PSD-MG). Caso seja aprovado, os médicos atuantes no Brasil deverão emitir receitas digitalizadas ou eletrônicas aos pacientes.

Esse projeto de lei pode levar certo tempo até ser aprovado. Entretanto, é interessante já se preparar para essa realidade o quanto antes, para evitar possíveis surpresas ou desorganização.

Veja no vídeo abaixo os principais motivos para trabalhar com uma ferramenta de prescrição eletrônica:

Quais são as regras para uma receita médica eletrônica?

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), as regras válidas para o receituário eletrônico são as mesmas do receituário comum, cujas formalidades estão na cartilha do CFM. Os dados que devem estar na receita médica são:

  • Cabeçalho: contendo nome, logotipo e endereço da clínica ou hospital e número de registro do profissional no conselho de medicina de sua região de atuação. Também é permitido que o profissional coloque no cabeçalho a sua especialidade;

  • Superinscrição: trata-se do nome, do endereço e da idade do paciente, e os termos “uso interno” ou “uso externo”, fazendo referência se o medicamento é empregado por vias enterais ou parenterais. O uso do símbolo RX, que significa “receba por X vezes”, é opcional;

  • Inscrição: traz o nome do fármaco receitado, bem como a concentração e a forma química;

  • Subscrição: apresenta a quantidade de medicamento que o farmacêutico pode disponibilizar para o paciente. No caso de fármacos com uso controlado, deve-se especificar a quantidade em algarismos arábicos, escritos por extenso, entre parênteses;

  • Adscrição: aqui, vão outras orientações gerais para o paciente. Podem constar no campo o peso e a altura, bem como condições especiais como o caso de um paciente ser portador de diabete, por exemplo.

  • Fecho: data em que a receita foi emitida e assinatura do profissional.

Existe algum software para a emissão de receituário eletrônico?

Atualmente, existem softwares que facilitam o dia a dia do médico, inclusive no que diz respeito à elaboração de receitas de medicamentos.

O iClinic, por exemplo, possibilita que os profissionais prescrevam em apenas dois cliques. É possível cadastrar previamente aquelas prescrições mais utilizadas, associando-as ao prontuário do paciente. Dessa maneira, o processo se torna muito mais rápido e evita erros de digitação.

Outra vantagem é a possibilidade de enviar essa prescrição por e-mail para o paciente, evitando perdas ou então que ele precise voltar ao consultório para pegar outra receita.

O prontuário eletrônico também pode ser acessado pelo médico por celular, tablets ou computadores, o que traz mais praticidade que os arquivos de papel.

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Como é possível ter mais eficiência com o uso do receituário eletrônico?

O receituário eletrônico propõe uma rotina de trabalho mais eficiente para o médico e um tratamento seguro ao paciente. Confira agora de que formas isso acontece:

Buscar informações medicamentosas relevantes

Muitos pacientes já tiveram problemas e dúvidas provenientes da ilegibilidade na caligrafia dos médicos. Ao usar o método eletrônico, a receita passa a ser digitada e impressa, melhorando a compreensão.

O profissional então deve se atentar ao preenchimento de forma nítida e relevante. É preciso incluir as principais denominações dos medicamentos, seu nome genérico e outras informações necessárias, como a quantidade que deve ser ingerida, em quais horários e para que o remédio serve.

Introduzir informações obrigatórias

Da mesma forma que as informações precisam estar nítidas para os pacientes, elas devem ser armazenadas o mais detalhadamente possível para consultas futuras. Nome do paciente, endereço, formas de contato, datas das consultas e até mesmo alergias e são essenciais para um registro seguro.

Ter certeza de que todas as questões necessárias foram anotadas permite uma avaliação completa e real de cada caso, garantindo um tratamento mais efetivo.

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Utilizar todas as funcionalidades do receituário

Existe uma possibilidade de enviar a receita eletrônica via e-mail para o paciente, um grande benefício do receituário eletrônico.

Dependendo do medicamento que a pessoa deve utilizar, são necessárias novas prescrições em um intervalo de tempo que não exige uma nova consulta. Nesses casos, o envio por meio do correio eletrônico traz agilidade a esse processo e ainda fideliza o paciente que não precisa interromper a sua rotina sem necessidade.

Outro ponto a ser considerado é que essa é uma prática segura em termos de organização. O envio por e-mail ajuda o paciente a manter as receitas organizadas.

Classificar os aspectos clínicos importantes

Ao preencher o receituário, o médico cria um de banco de dados sobre o paciente. Nesse momento, é importante detalhar questões a respeito de alergias, peso, sintomas e causa do problema, montando um histórico sobre a saúde do indivíduo e verificando a evolução do tratamento.

Fazer orientações adequadas ao paciente

Mesmo que você forneça todas as informações na receita, é preciso explicar de maneira humanizada todos aqueles dados.

Ao ajudar o paciente a compreender melhor o tratamento, a tendência é alcançar o objetivo: que ele saia do consultório sem nenhuma dúvida. A prática estreita as relações e ainda descomplica o tratamento, tranquilizando a pessoa.

E então, está convencido de que o uso de receituário eletrônico é mais do que uma maneira de se manter atualizado nas tendências tecnológicas? O recurso serve para trazer uma rotina mais eficiente ao trabalho de médicos e tratamentos mais efetivos aos pacientes 🙂

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Sobre o autor

Mariana Thomaz

Especialista em Marketing de Conteúdo e Comunicação. Formada em Jornalismo pela Unesp, com Pós Graduação em Administração de Empresas FGV.