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10 mitos sobre software médico: descubra a verdade sobre todos eles

Quais são os maiores mitos do software médico? Desvende-os agora
Leia em 7 min.

Há diversos mitos sobre software médico, e como os profissionais de saúde já sabem, as pessoas confundem facilmente o que é verdade, e o que é mito.

Clique no player para escutar o áudio do artigo:

Você quer sair do papel e se modernizar, mas tem receio em relação às desvantagens de um sistema para gestão de clínicas e consultórios? 

Assim como qualquer outro produto, nenhuma tecnologia é perfeita. Porém, ao escolher o software médico ideal para as suas necessidades, você consegue ter mais praticidade no dia a dia. 

O Dr. Sergio Duccini, por exemplo, armazena mais de 2.500 prontuários no iClinic, e afirma que não existiria espaço suficiente em seu consultório para guardar todos os prontuários, caso eles fossem de papel.

Para te ajudar a entender o que realmente faz sentido para a sua realidade, separamos os 10 maiores mitos sobre software médico para desvendá-los neste artigo. 

Aproveite o conteúdo!

Quais são os maiores mitos sobre software médico?

O mundo se torna cada vez mais tecnológico, e um profissional que armazena todas as informações no papel, transmite a imagem de alguém que “parou no tempo“, principalmente para os pacientes digitais.

Entretanto, como saber se um software médico irá, de fato, trazer benefícios para seu consultório? Será que essa mudança vale a pena?

Tire todas as suas dúvidas ao desvendar os maiores mitos sobre software médico a seguir.

1. Todos os softwares médicos são iguais

Os sistemas não são iguais. Na verdade, a maioria apresenta características totalmente diferentes um do outro.

Cada empresa possui uma equipe de desenvolvedores e metodologia única, tanto para o desenvolvimento de funcionalidades, quanto para o atendimento aos clientes. 

Ao realizar algumas pesquisas no mercado, você irá perceber que as principais diferenças entre os softwares médicos, são:

Existem diversos aspectos que podem ser analisados entre os sistemas. Baixe nossa planilha gratuita de comparação de softwares médicos e faça esse processo de maneira prática: 

2. A transição do papel para o software médico é muito longa

Não necessariamente. É claro que algumas empresas não têm o melhor processo, mas os softwares de qualidade estão preparados para realizar a transição de maneira simples.

Veja o exemplo do Dr. Celso Bregalda Neves. O profissional utilizava prontuários de papel há 11 anos, e decidiu migrar para um software médico. 

“Os pacientes antigos eu faço como se fosse uma ficha resumida nesse prontuário e a ficha prévia eu escaneio e adiciono no programa. Então, não tivemos dificuldade nenhuma.”

Ou seja, se você conta com uma boa equipe de suporte e um sistema fácil de usar, a transição do papel é simples, rápida, e não apresenta nenhum grande obstáculo.

O Dr. Eduardo Bertero migrou 20 anos de dados de um sistema para o iClinic, e mais de 20 mil pacientes foram migrados sem que nenhum erro acontecesse.

“Eu sei que tem profissional até hoje que ainda usa papel. Lembro que naquela época, em 96, meus colegas tinham, por exemplo, 100 metros quadrados no consultório, e precisavam deixar uma sala só para guardar ficha de papel. Para mim isso sempre foi muito arcaico.”

3. Os softwares médicos são muito caros

Depende. Qualquer ferramenta que irá te trazer ótimos benefícios é um investimento importante. Afinal, ao obter um sistema completo, você pode diminuir gastos em outras áreas do consultório.

Como o Instituto Autopoiesis, que reduziu 40% dos seus custos com telefonia e internet, ao analisar os relatórios produzidos automaticamente pelo iClinic.

O ideal é que você escolha um software médico que ofereça uma variedade de planos e preços. Assim, você opta por um custo-benefício que irá atender as demandas do seu negócio. 

Também é fundamental que o sistema permita mudanças de planos de forma prática, para que você possa ter um software médico que acompanhe a evolução do consultório.

4. Todos os softwares médicos são complexos, nunca vou me acostumar

Mito. Um bom software médico consegue ser completo, e ao mesmo tempo, fácil de usar. Além disso, uma empresa pode ir além e oferecer um curso gratuito sobre como utilizar o sistema, como neste caso:

Se você conta com bons conteúdos educativos sobre o sistema e uma equipe de suporte dedicada em te ajudar no processo de adaptação, irá perceber que o software não é complexo como imaginava.

Outro diferencial importante é o teste gratuito. Com poucos de dias de teste você consegue entender como é a usabilidade do sistema, e se o custo-benefício vale a pena.

5. Os softwares médicos não têm suporte

Todas as empresas costumam ter suporte, mas isso não significa que eles são rápidos, ou irão solucionar suas dúvidas com eficiência. 

Por isso, é fundamental pesquisar como a equipe de suporte do software médico funciona. Reflita sobre as seguintes questões:

Se as respostas forem positivas, a empresa possui uma boa equipe de suporte, e você pode adquirir o sistema sem nenhuma preocupação. 😉

6. Posso ser hackeado e perder todas as informações

Depende do software médico. No início do conteúdo, você viu que cada empresa possui diferentes vantagens, e a segurança de dados é um dos aspectos que mais varia de acordo com o sistema.

Veja as principais medidas de segurança que todo software médico deve possuir:

Ao ter todas essas proteções, o software médico garante que você não será hackeado. 

Os sistemas instalados, por exemplo, podem ser facilmente acessados por hackers. O ideal é que você conte com o armazenamento na nuvem, como já mencionamos no conteúdo.

Quer aprender mais sobre segurança de dados em um software? Veja como esse processo funciona no iClinic:

7. O atendimento se torna menos humanizado

Um dos maiores receios em relação aos sistemas é a distância que eles podem causar entre os profissionais de saúde e os pacientes durante as consultas.

Mas diferente do que muitos imaginam, um bom software médico pode tornar o atendimento mais humanizado, devido ao tempo que os médicos ganham para conversar com os pacientes. 

Com um prontuário eletrônico personalizável, você consegue organizar a sua anamnese, agilizar os processos do consultório, e ter mais tempo para seu atendimento humanizado.

O Dr. André, um dos casos de sucesso da iClinic, acredita que a tecnologia agrega ainda mais valor para seus pacientes, e traz um retorno positivo para o seu consultório. 

Veja o que ele comentou sobre o mito do software médico atrapalhar a relação entre médico e paciente:

“Acredito que o que define o contato médico-paciente é a interação humana. O software é uma ferramenta para facilitar, agilizar, otimizar o tempo que perderíamos escrevendo exames, fazendo receitas. É o contato humano que define se a relação médico-paciente vai ser boa, e não a presença ou ausência de um software médico.”

8. Minhas recepcionistas não vão se adaptar

As recepcionistas são essenciais para o bom funcionamento de qualquer consultório. 

Elas também são responsáveis pela primeira impressão que o paciente tem do seu atendimento, seja no consultório, ou por uma mensagem para agendar uma consulta.

Para que elas possam recepcionar seus pacientes com calma, respeito e simpatia, elas não podem estar sobrecarregadas com processos manuais, como confirmar todas as consultas do dia. 

Se as recepcionistas precisam ligar para todos os pacientes agendados no dia anterior, dificilmente terão tempo para recepcionar um paciente de forma humanizada.

Talvez elas não se adaptem a qualquer software médico, por isso, é fundamental buscar um que ofereça diferenciais para as recepcionistas, além de treinamentos para ajudar na adaptação.

Confira mais vantagens de um software para os profissionais da recepção neste vídeo:

9. A empresa do software médico terá acesso aos meus dados

Qualquer empresa de software comprometida com a sua segurança não possui acesso aos seus dados, principalmente quando o sistema é desenvolvido para a área da saúde. 

Segundo a LGPD, as informações médicas são sigilosas e sensíveis. Ou seja, exigem ainda mais proteção do que dados pessoais comuns.

Um bom software médico se preocupa em seguir as normas da LGPD, e em seu termo de uso, explica como suas informações são armazenadas, e garante que a empresa não possui acesso.

Durante o processo de migração de dados, empresas como a iClinic não têm visualização de nenhuma informação sigilosa, e os especialistas são completamente transparentes sobre como o processo funciona. 

Portanto, essa afirmação se torna um mito quando você sabe que conta com um sistema seguro para a sua área de atuação.

10. Vou ficar preso a um software médico que não atendeu as minhas necessidades

Depende da empresa do sistema. No iClinic, por exemplo, você pode cancelar sua assinatura quando quiser, pois não existe uma taxa de fidelidade. 

Você também pode exportar os dados do sistema a qualquer momento, clicando em um único botão. E caso não fique satisfeito em até 30 dias, a empresa devolve o seu dinheiro.

De fato, algumas empresas tentam prender os clientes por meio de fidelidade, mas isso é facilmente contornado quando você opta por uma equipe prestativa, que realmente quer te ajudar. 

Desvendou os mitos sobre software médico, mas ainda não sabe se precisa de um no seu consultório? Baixe nossa checklist gratuita e descubra agora mesmo:

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